Terapia Cognitivo Comportamental

 

Desenvolvida por Aaron Becker década de 60 nos Estados Unidos, dá ênfase ao exame dos pensamentos e crenças relacionados aos estados de humor, comportamentos, reações físicas e aos acontecimentos em nossas vidas. A terapia cognitivo comportamental propõe que é a nossa interpretação do mundo ao invés do fato em si que gera sofrimento. Este tipo de terapia procura definir claramente os objetivos do paciente. Envolve um conjunto de técnicas e estratégias terapêuticas com a finalidade de mudança de padrões de pensamento. O tempo curto e limitado lhe confere a posição de abordagem de escolha em vários países. O processo pode levar de três a seis meses, quando trabalha a criação de estratégias para lidar com o sofrimento.
 

A ferramenta da Terapia Cognitivo Comportamental está fundamentada nas seguintes bases:
- A interpretação de uma situação, em vez do fato em si, é freqüentemente expressa em pensamentos ou imagens mentais, estes são automáticos e inquestionáveis, ou seja, vem a mente de forma imediata e absoluta.
- Portanto, as pessoas com freqüência aceitam seus pensamentos automáticos como verdadeiros, sem maior reflexão ou avaliação.
- Os pensamentos automáticos influenciam nossas respostas emocionais, comportamentais e fisiológicas de forma subseqüente e interativa.
- Os pensamentos automáticos estão na experiência comum de todos nós.

Tomar ciência dos pensamentos é o primeiro passo:
- Identificar, avaliar, e responder a pensamentos automáticos produzem uma mudança positiva nos estados emocionais e comportamentos.
- A habilidade para aprender a identificar pensamentos automáticos é semelhante aquela que utilizamos para desenvolver qualquer outra atividade em nossa vida.

Quando uma pessoa pode determinar o tipo da distorção do pensamento, ela pode avaliar mais objetivamente a validade de seu pensamento.